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domingo, 6 de outubro de 2013

últimos cartuchos

Por estas alturas, não há grande tempo para ler livros. Tenho dois na mesa de cabeceira (em holandês - acho que também é por isso) ainda nem os abri.
Contudo, há um que me tem acompanhado por estes dias e tem sido uma preciosa ajuda. Com dicas preciosas, cheio de etiqueta (que eu dispenso) e o melhor é uma compilação organizada de todos os passos deste grande dia.
A internet também vai dado uma ajuda, mas o problema é que no computador facilmente me perco, abro 20 janelas e às tantas passo de assunto para assunto que acabo por não saber mais qual o objetivo.
É muito fácil ficar ansiosa quando faço buscas na internet, pois há mil e uma ideias, coisas, pormenores....e seguindo o conselho de um dos meus fornecedores é melhor não encher o casamento cheio de pormenores e estar preocupada que tudo corra bem. Segundo ele mais vale ter ter uma ou duas ideias boas, originais, personalizadas que resultem e marquem a diferença, do que dez mal planeadas só para a fotografia.
Nós tínhamos pensado, efetivamente imensas coisas, desde aprender tango e surpreender os convidados na primeira dança....esqueça lá isso. Fomos a uma aula, sim, tentamos. Mas bastou-nos uma aula para percebermos que nem um ano nos chegaria para aprendermos tal coisa. E eu até acho que tenho um jeitinho para a dança. Mas somos dois e no tango quem comanda é o homem...não, não resulta. Mas temos outras ideias que eu acho que vão funcionar muito bem.
Deixa ver.
O livro é este, para quem possa precisar. Este livro nasceu deste site. Que também dá dicas preciosas.

sábado, 31 de agosto de 2013

O terceiro gêmeo

Andei num sofrimento que só visto, há já uns meses para terminar o livro que tinha em mãos. Este:


Comprei-o em Portugal há uns anos e foi um dos que veio comigo na bagagem. Não consigo encontrar livros em português por cá e na biblioteca a coleção é pequena e antiquada, então vou trazendo de Portugal de cada vez que lá vou. Sim,  porque continuo a gostar muito de ler em português e só na minha língua consigo sentir a história.
Esta não me fascinou. Conta a saga de uma família judaica americana, que teme a chegada do nazismo à America. A história não é interessante, mas teimei em lê-lo até ao fim (já devia ter aprendi que ao fim de 30 páginas se não interessar é pôr ao lado) e acaba de uma maneira desinteressante. Assim como se o próprio autor estivesse farto de o escrever e sem inspiração decidiu pôr fim ao mesmo.
Para aliviar o meu sofrimento, só mesmo o Senhor Ken Follet. Quando estive no Porto trouxe alguns dele e escolhi o Terceiro Gêmeo para me fazer companhia nos próximos tempos.
Este senhor nunca me desilude, desde que o conheci (a sua escrita) que livro após livro é uma surpresa. Há de fato pessoas que nascem com dons. As primeiras páginas deixam-nos logo coladas à história. Os livros dele não se leem...bebem-se. Gosto desta sensação boa de chegar a casa e tê-lo à minha espera.
Só mesmo ler para crer naquilo que estou a dizer.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Nome de Código Leoparda

A minha vida não seria a mesma coisa se eu pertencesse à parte  da população que não gosta de ler.
É que gosto mesmo de gostar de ler!! E até me parece impossível que alguém não goste. E isto começou há muitos anos atrás, era eu uma criança.
A minha mãe conta-me que muitas vezes quando ia-mos às compras em vez de brinquedos eu pedia um livro...também me parece estranho, mas se ela diz é porque sabe.
Ler transporta-nos para o mundo da imaginação, faz-nos sonhar e viajar. Adoro a sensação de sentir falta do livro, de querer ler mais um pouco e não conseguir parar.
Já andava com saudades do senhor Ken Follet e para não variar não desapontou as minhas expetativas com este livro.
No início fiquei assim na dúvida, mas após umas quantas páginas começou uma história absolutamente fantástica.
Resumindo uma equipa constituída por seis mulheres tentam evadir um "castelo" em França e destruir parte das operações nazis.
Vou a meio, a história promete e é altamente viciante.
Recomendo!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Livros

Terminei de ler este livro. Que foi uma autêntica droga, deixou-me viciada logo nas primeiras 20 páginas. Depois foram só mais cerca de 650 páginas que devorei num ápice. Durante a hora de almoço, idas ao parque, intervalos e minutos entre meias tarefas. tudo era motivo para ler este livro...e depois quando se chega ao fim fica-se com aquela sensação de vazio que já acabou e que dificilmente vai haver algum que supere o anterior.

Ora, já me tinha prometido, que após este iria começar a ler livros escritos inglês, como forma de melhorar a língua, aprender novo vocabulário e blá, blá, blá. Como sou uma menina bem comportada. Assim fiz, comecei por uma coisinha simples, um livro que já havia lido na versão portuguesa,O Alquimista de Paulo Coelho. Li-o, aliás devorei-o em 2000 numa viagem que fiz à Bélgica. Não conhecia o autor na altura e depois do Alquimista li grande parte da sua obra. Até me começar a fartar por ser quase tudo à volta do mesmo. Contudo, como acho o Alquimista um livro especial decidi então lê-lo em inglês e das duas uma, ou eu mudei muito de opinião literária ao longo destes anos ou ler em inglês não é (ainda) para mim. Não me dá absolutamente gozo nenhum, o que é triste porque eu gosto tanto daquela sensação de sentir saudades dum livro, de desejar chegar a casa só para abracá-lo....e nada, não sinto nada pelo pequeno Alquimista "inglês". 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Próximas leituras

Livros que estou seriamente a pensar ler, mas ainda não comprei, se quiserem dar-me algo no me aniversário, que é já em Maio, cá fica a deixa:




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Corações sem dono


Estou a ler este delicioso livro oferecido por uma amiga minha, que conhece muito bem o amor que tenho por estas criaturas fantásticas. 
Esta seria apenas mais uma história romântica sem grandes acrescentos, não fossem as grandes personagens deste livro os meus amigos de quatro patas. 
Tenho-me rido e emocionado vezes sem conta e ainda agora vou a meio. 
O que é certo é que este livro tem grandes e verdadeiras mensagens, não só sobre o amor que se pode sentir por um animal, mas também sobre a amizade, a lealdade, o companheirismo e o verdadeiro amor entre homem e mulher. 
Ficam então algumas passagens que dão que pensar: 
""Arranje um cão, esqueça a psicoterapia! É melhor do que um namorado inútil"
"Não se encontra o Senhor Certo quando estamos com o Homem Errado"
"É de facto muito mais fácil falar com uma pessoa se ela estiver acompanhada de um cão". 

Eu serei suspeita no que toca a estes assuntos, porque amo cães e porque sempre acreditei no verdadeiro amor. Coincidência ou não encontrei o amor da minha vida graças ao meu amor de quatro patas. 
A autora do livro dedica-o  a gente muito nobre, da qual tenho orgulho em fazer parte, ainda que não tanto como gostaria. 

"Para todos os voluntários que tanto se esforçam para que os cães perdidos e abandonados de todo o mundo tenham direito a uma segunda oportunidade"

domingo, 20 de novembro de 2011

Com os Holandeses


Estou a ler este livro, escusado será explicar porquê. Confesso que está a ser uma desagradável surpresa, ainda bem que não o comecei a ler em Portugal, se não corria o risco de não pôr cá os pés. É uma critica pegada a todo o que diz respeito a esta Nação. O escritor defende-se, no início, dizendo  que  foram "vários e violentos choques que a Holanda e o seu povo me causaram, quando há mais de meio século me vi entre eles". 
Contudo foi aqui que encontrou as oportunidades da sua vida e construiu uma carreira, mesmo assim refere "não resisti ao desabafo" editando este livro em Janeiro de 2009. Sendo o mesmo muito bem aceite entre os holandeses. 
Quanto a mim está a ser "traumático" lê-lo, mas como gosto de terminar tudo o que começo vou prolongando o sofrimento. Mas há pouco tropecei nesta parte e confesso que estive por um nadinha de  o fechar e jogar para o lixo (não, vá rectifico, arrumar na prateleira).
"...essa outra de as mulheres se levantarem quando um homem as cumprimenta. Já por mais de uma vez me quiseram convencer de que o fazem por se sentir iguais, que ao contrário do Portugal em que nasci a mulher na Holanda conta. 
É possivel, mas como explicação não me satisfaz. Liberdade da mulher, com certeza, mais que em muitos outros lugares, mas da liberdade à igualdade vai um largo passo que poucas ainda deram. E a gente aproxima-se para lhes apertar a mão, e elas desgraciosamente levantam-se. Perturba."  
Perturbada estou eu com estas palavras escritas há menos de 3 anos atrás, por um senhor escritor, catedrático e que já viveu em vários continentes. 
Por amor à Santa, mais uma destas e acabou-se, não há paciência e boa-vontade que resista.