O meu bebé maior fez 6 anos.
Não sei ao certo o dia em que ele nasceu, mas o veterinário atribuiu-lhe o dia 03/10. Por isso é o dia que lhe cantamos os parabéns e o enchemos cheio de mimos (mais ainda do que é normal).
Amo-o tanto.
E ele a mim.
Precisamos tanto um do outro.
É o meu bebé. Serás sempre.
Deste-me tudo o que tenho hoje Yofi.
Uma vida inteira não me chega para pagar a divida que tenho para contigo.
Vou fazendo o que posso.
Amando,
Cuidando,
Mimando.
Amo-te meu grande amor.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Já era mãe, antes de o ser
Um amor grande. Ele é a minha vida. Ele é eu. E ele é tão meu. E tão nós.
Ele é tudo e TUDO é por ele.
Ele é tudo e TUDO é por ele.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Um gato ou um cão?
Sim. Há todo um sofá cá em casa, uma carpete grande e suave, uma cama de casal, uma cama de cão, muito espaço útil no chão....mas, qual é o melhor sítio para se estar? Deitado na mesma cadeira onde a dona está sentada. Aqui é que se está bem, quentinho e aconchegado.
Se não tenho um gato que reencarnou em cão então não tenho como explicar este comportamento.
E sim o meu bumbum cabe naqueles míseros centimetros que são reservados a ele. Porque o resto é do Lord.
Se não tenho um gato que reencarnou em cão então não tenho como explicar este comportamento.
E sim o meu bumbum cabe naqueles míseros centimetros que são reservados a ele. Porque o resto é do Lord.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
O dia em que o meu coração parou
E como não amar
este bicho, que ontem fez com que o sangue me fugisse das veias.
Fomos a um
parque, eu, ele e a piolha. Correu, brincou, sujou-se, foi feliz.
Esperou no carro
enquanto eu e a piolha fomos às compras. Quando regressamos, Já a noite tinha
caído, abri-lhe a porta e deixei-o à solta para fazer mais um xixi (sem trela,
nada… erro crasso) enquanto colocava a Lia no carro.
Às tantas percebi
que ele não estava por perto, chamei-o, olhei em volta, nada. Gelei quando
percebi que ele não tinha a trela com a identificação e o nosso número de
telefone. Gritei por ele em pânico. Era de noite, um frio do caraças, a miúda no
carro e eu não sabia do Yofi. Naquele minuto morri um bocadinho. Foi talvez um
dos minutos mais longos da minha vida. Foi a segunda vez (em cinco anos que o
tenho) que pensei que o tinha perdido. O meu coração parou!
Gritei Yofi com
todas as minhas forças, gritei para ele me ouvir até no fim do mundo. Gritei
como se o meu grito o fosse buscar onde quer que ele estivesse…e foi.
Daí a nada vejo-o
vir a toda a carga na penumbra da noite. Respirei. Chorei . Abracei-o, apertei-o,
beijei-o. Ele retribuiu. Ele conhece-me. Ele soube-me em pânico.
Gosto TANTO dele.
é o gato cá de casa, escolhe sempre os melhores sítios.
Tem um novo lugar preferido, a cadeira de amamentação. Ele pode tudo.
Gosto tanto de ti bicho!
sábado, 10 de janeiro de 2015
Finalmente
passados 5 anos o
Yofi aprendeu, sozinho, a abrir portas com o nariz, quando encostadas, claro
está, que não têm altura para puxar maçanetas.
Tentei ensiná-lo
várias vezes, mas ele achava mais divertido fazer àquele ar de sofrimento de
menino abandonado quando decidia passear pela casa com as portas fechadas. A
melhor altura para ele decidir ir à cozinha beber água é quando estamos
enroscados no sofá os dois, vá os três, a ver um filme. Ele levanta-se, vai até
à porta, fica a olhar para a mesma, senta-se, olha para trás e ali fica à
espera que um de nós (quase sempre o papy, contrariado) lhe faça a vontade e
lhe vá abrir a porta.
Como já percebeu
que desde há uns tempos esta parte já não é o único mimado cá de casa e que já
não lhe atendemos aos caprichos imediatamente resolveu desenrascar-se sozinho.
Caso para dizer
que nunca é tarde para aprender ou melhor para deixar de ser tão mimado.
Ainda assim não deixou de ser o nosso menino.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Fomos a Berlim
Ainda não conhecíamos e
aproveitamos estes dias de mini férias para irmos os quatro a mais esta capital
europeia. São pouco mais de 600km e faz-se muito bem de carro.
Toda a gente que a conhece tece comentários muito positivos e realmente é tudo verdade. É uma cidade que vale muito a pena a visita. Nós queremos voltar, até porque foi pouco tempo e estava um frio de gelar os ossinhos. Depois das 16h era impossível andar na rua com um bebé, tal era o frio. Nevou e tudo, o que tornou o cenário ainda mais bonito e gélido.
Para mim o nazismo, a perseguição aos judeus é o acontecimento mais vergonhoso e triste da história da humanidade e são muitos os vestígios nesta cidade. Há inclusive o memorial às vítimas do Holocausto. Eu não faço questão de explorar este assunto, nem fazer grandes visitas e cultos a espaços que mostram as perseguições que estas pessoas sofreram.
Porquê? Porque me magoa, porque me envergonha, porque me faz doer cá dentro de tal maneira que prefiro “ignorar”.
Outro assunto e no qual, felizmente, já me venho habituando nestes países nórdicos é a livre circulação do Yofi por todo o lado. Em Berlim não foi excepção. Ficámos num hotel muito bom, extremamente bem situado, praticamente no centro, onde o Yofi foi muito bem-vindo.
Ele andou sempre connosco e nunca tivemos problemas, restaurantes, metro, autocarro….Não entramos em museus, possivelmente não seria permitido. Fico sempre impressionada com a facilidade que é andar com ele para todo o lado, sem nos preocuparmos se é permitido ou não.
Ainda hoje me enviaram uma noticia sobre o facto de algumas pousadas de Portugal passarem a admitir cães de porte pequeno/médio a partir de 2015, como se fosse uma grande coisa e até mesmo como se Portugal fosse um país pioneiro. A pessoa que escreveu a noticia chega mesmo a dizer qualquer coisa como que isto prova a hospitalidade dos portugueses….e eu apetece-me mandar a hospitalidade dos portugueses nesta matéria para o caralh…..e não vale a pena estender-me mais neste assunto porque, pelo menos, quem gosta de cães perceberá as minhas razões.
Ahhh, só para terminar, até parques de campismo é praticamente impossível encontrar um em Portugal onde eles sejam admitidos….Enfim, é por estas e outras que amo o meu país...e me vou deixando ficar por cá mais uns aninhos.
E porque já me desviei o suficiente do assunto original do post, aqui ficam algumas fotos.
Toda a gente que a conhece tece comentários muito positivos e realmente é tudo verdade. É uma cidade que vale muito a pena a visita. Nós queremos voltar, até porque foi pouco tempo e estava um frio de gelar os ossinhos. Depois das 16h era impossível andar na rua com um bebé, tal era o frio. Nevou e tudo, o que tornou o cenário ainda mais bonito e gélido.
Para mim o nazismo, a perseguição aos judeus é o acontecimento mais vergonhoso e triste da história da humanidade e são muitos os vestígios nesta cidade. Há inclusive o memorial às vítimas do Holocausto. Eu não faço questão de explorar este assunto, nem fazer grandes visitas e cultos a espaços que mostram as perseguições que estas pessoas sofreram.
Porquê? Porque me magoa, porque me envergonha, porque me faz doer cá dentro de tal maneira que prefiro “ignorar”.
Outro assunto e no qual, felizmente, já me venho habituando nestes países nórdicos é a livre circulação do Yofi por todo o lado. Em Berlim não foi excepção. Ficámos num hotel muito bom, extremamente bem situado, praticamente no centro, onde o Yofi foi muito bem-vindo.
Ele andou sempre connosco e nunca tivemos problemas, restaurantes, metro, autocarro….Não entramos em museus, possivelmente não seria permitido. Fico sempre impressionada com a facilidade que é andar com ele para todo o lado, sem nos preocuparmos se é permitido ou não.
Ainda hoje me enviaram uma noticia sobre o facto de algumas pousadas de Portugal passarem a admitir cães de porte pequeno/médio a partir de 2015, como se fosse uma grande coisa e até mesmo como se Portugal fosse um país pioneiro. A pessoa que escreveu a noticia chega mesmo a dizer qualquer coisa como que isto prova a hospitalidade dos portugueses….e eu apetece-me mandar a hospitalidade dos portugueses nesta matéria para o caralh…..e não vale a pena estender-me mais neste assunto porque, pelo menos, quem gosta de cães perceberá as minhas razões.
Ahhh, só para terminar, até parques de campismo é praticamente impossível encontrar um em Portugal onde eles sejam admitidos….Enfim, é por estas e outras que amo o meu país...e me vou deixando ficar por cá mais uns aninhos.
E porque já me desviei o suficiente do assunto original do post, aqui ficam algumas fotos.
domingo, 21 de dezembro de 2014
5 anos de muito amor
Faz hoje precisamento 5 anos.
Ia só vê-lo.
Veio comigo para casa numa caixa de cartão.
A minha vida nunca mais foi a mesma.
Mudou...para melhor.
O coração ficou cheio de uma coisa a que chamam AMOR.
Era uma, passamos a ser dois e de três passamos a quatro.
Obrigada Yofi e obrigada a quem lá de cima toma tão bem conta de nós. OBRIGADA.
Ia só vê-lo.
Veio comigo para casa numa caixa de cartão.
A minha vida nunca mais foi a mesma.
Mudou...para melhor.
O coração ficou cheio de uma coisa a que chamam AMOR.
Era uma, passamos a ser dois e de três passamos a quatro.
Obrigada Yofi e obrigada a quem lá de cima toma tão bem conta de nós. OBRIGADA.
És tão NOSSO macaco!!!
sábado, 13 de setembro de 2014
Por falar em Yofi. Quem tem um cão tem pelos em casa. Por mais que se aspire, que se limpe, há sempre um pelinho ou outro, não há como evitar...e eu nessa matéria não tenho um cão, tenho um gato. Não sei como é que um cão pequeno produz e expele tanto pelo.
Antes da Lia, tentava a todo o custo manter a casa limpa, mas depois da Lia tornei-me paranoica com os pelos. Não posso ver um pelo do Yofi nela. Comprei um mini aspirador para estar sempre à mão e diga-se de passagem dá imenso jeito. Já quase não uso o grande o grande. Começo por aspirar uns pelinhos e quando dou por mim tenho a casa todo aspirada com o mini aspirador, bem a minha casa também é mini, caso contrário probrezinha das minhas costas. Tenho também vários rolos autocolantes para sofá, cama, roupas e afins...enfim é uma saga aos pelos do Yofi. E para além disso compramos uma escova implacável para ele, uma furminator.
Quando sou eu a escovar o Yofi aquilo parece que não tira pelo nenhum porque a escova parece ser muito "agressiva" e eu faço a escovagem muito superficial e delicadamente. Já não digo o mesmo quando é o menino Gerben, que faz sem dó, nem piedade.
Esta manhã, aliás ontem de manhã (que já passa da meia-noite) pedi-lhe que o escovasse que já não dou conta de tanto pelo. Após uma boa meia hora veio-me com o cão parecia ele que me tinha saído do barbeiro. Acho que tirou pelo menos dois quilos de pelo ao cão. Tirou os pelos que estavam mortos e os que estavam vivos...resumindo tirou pelo a mais. Valha-me a Santa e pobre Yofi.
Antes da Lia, tentava a todo o custo manter a casa limpa, mas depois da Lia tornei-me paranoica com os pelos. Não posso ver um pelo do Yofi nela. Comprei um mini aspirador para estar sempre à mão e diga-se de passagem dá imenso jeito. Já quase não uso o grande o grande. Começo por aspirar uns pelinhos e quando dou por mim tenho a casa todo aspirada com o mini aspirador, bem a minha casa também é mini, caso contrário probrezinha das minhas costas. Tenho também vários rolos autocolantes para sofá, cama, roupas e afins...enfim é uma saga aos pelos do Yofi. E para além disso compramos uma escova implacável para ele, uma furminator.
Quando sou eu a escovar o Yofi aquilo parece que não tira pelo nenhum porque a escova parece ser muito "agressiva" e eu faço a escovagem muito superficial e delicadamente. Já não digo o mesmo quando é o menino Gerben, que faz sem dó, nem piedade.
Esta manhã, aliás ontem de manhã (que já passa da meia-noite) pedi-lhe que o escovasse que já não dou conta de tanto pelo. Após uma boa meia hora veio-me com o cão parecia ele que me tinha saído do barbeiro. Acho que tirou pelo menos dois quilos de pelo ao cão. Tirou os pelos que estavam mortos e os que estavam vivos...resumindo tirou pelo a mais. Valha-me a Santa e pobre Yofi.
Ora aqui está a protagonista. Não lhe olhem ao tamanho do pente...de inofensiva tem muito pouco.
O Yofi e a doninha
Que o meu cão é um espetáculo isso já eu sei há muito tempo, mas ainda assim não me deixa de surpreender.
Passei toda a gravidez curiosa acerca da reação do Yofi com a chegada da Lia. Fui minimamente preparando-o para o grande momento. Falava-lhe dela, punha-lhe as patinhas na minha barriga, às vezes ele lambia-a. Também o fiz escutar vídeos de bebés a chorar, aos quais ele ficava muito curioso e rodava a cabecinha de um lado para o outro.
Quando o grande momento chegou fiz o que me tinham recomendado. Eu entrei primeiro em casa fiz-lhe muitas festinhas e depois entrou o Gerben com a Lia, colocou a cadeirinha no chão e o Yofi correu para ela, olhou-a e cheirou-a, todo eufórico.
Nos primeiros choros dela ladrava muito e penso que no segundo, terceiro dia parou de ladrar e apenas corria para ela quando a ouvia chorar, o que ainda faz.
Desde o início que desempenha uma espécie de irmão mais velho porque já várias vezes nós mostrou sinais de proteção para com ela. A primeira vez que notei foi com a visita de uma pessoa estranha à nossa casa (a senhora do Consultatiebureau que veio fazer o teste do pezinho à Lia). Nunca vi o Yofi reagir tão mal com uma visita cá em casa. Ele adora receber pessoas, só lhe falta saltar-lhes em cima. Contudo, dessa vez ladrou-lhe agressivamente, cheirou-a, olhou-lhe de lado e eu boquiaberta e meio constrangida (e orgulhosa), pois nunca o tinha visto ter tal reação.
Para além disso não gosta muito que toda a gente a pegue ao colo, posso até dizer que fica meio ansioso.
Quando vai à rua, assim que chega a casa, a primeira coisa que faz é correr para onde ela está. Adora deitar-se ao lado dela e quando nós lhe damos beijinhos ele também a quer lamber.
Cheira-me que vão ser grandes amigos.
Passei toda a gravidez curiosa acerca da reação do Yofi com a chegada da Lia. Fui minimamente preparando-o para o grande momento. Falava-lhe dela, punha-lhe as patinhas na minha barriga, às vezes ele lambia-a. Também o fiz escutar vídeos de bebés a chorar, aos quais ele ficava muito curioso e rodava a cabecinha de um lado para o outro.
Quando o grande momento chegou fiz o que me tinham recomendado. Eu entrei primeiro em casa fiz-lhe muitas festinhas e depois entrou o Gerben com a Lia, colocou a cadeirinha no chão e o Yofi correu para ela, olhou-a e cheirou-a, todo eufórico.
Nos primeiros choros dela ladrava muito e penso que no segundo, terceiro dia parou de ladrar e apenas corria para ela quando a ouvia chorar, o que ainda faz.
Desde o início que desempenha uma espécie de irmão mais velho porque já várias vezes nós mostrou sinais de proteção para com ela. A primeira vez que notei foi com a visita de uma pessoa estranha à nossa casa (a senhora do Consultatiebureau que veio fazer o teste do pezinho à Lia). Nunca vi o Yofi reagir tão mal com uma visita cá em casa. Ele adora receber pessoas, só lhe falta saltar-lhes em cima. Contudo, dessa vez ladrou-lhe agressivamente, cheirou-a, olhou-lhe de lado e eu boquiaberta e meio constrangida (e orgulhosa), pois nunca o tinha visto ter tal reação.
Para além disso não gosta muito que toda a gente a pegue ao colo, posso até dizer que fica meio ansioso.
Quando vai à rua, assim que chega a casa, a primeira coisa que faz é correr para onde ela está. Adora deitar-se ao lado dela e quando nós lhe damos beijinhos ele também a quer lamber.
Esta foto foi logo nos primeiros dias
Cheira-me que vão ser grandes amigos.
sábado, 21 de dezembro de 2013
4 anos
De um amor que só sabe crescer.
De um laço único entre um ser humano e um ser bicho.
De uma lealdade que não tem preço.
De um cuidar com dedicação.
4 anos...
De algo que entrou na minha vida apenas para espalhar felicidade.
4 anos...
De algo que me prova todos os dias que o amor existe de tantas formas.
4 anos de ti.
De um laço único entre um ser humano e um ser bicho.
De uma lealdade que não tem preço.
De um cuidar com dedicação.
4 anos...
De algo que entrou na minha vida apenas para espalhar felicidade.
4 anos...
De algo que me prova todos os dias que o amor existe de tantas formas.
4 anos de ti.
AMO-TE desmedidamente.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
A chouriça by Yofi
Ontem o meu dono chegou a casa e viu a porta do armário da cozinha aberta, no chão estava uma chouriça caseira trazida na última vez que fomos a Portugal. Estava intata, eu não lhe toquei, ela é que caiu, o dono achou estranho mas ficou orgulhoso de mim.
Estranho mesmo é que quando ele chegou a casa eu não tinha água na minha taça e bebi tudo de seguida assim que ele a encheu.
Quando a dona chegou a casa, o dono contou-lhe. Ela achou muito estranho, mas sem provas não há evidências.
Enquanto a dona cozinhava também não pedi comida como é habitual, o jantar mal lhe toquei e só me apetecia era estar esticado no chão que nem um pachá. Mas mesmo assim permaneci com a minha cara de santo o resto da noite.
Ao deitar fui descoberto!!!! A dona levantou uma almofada da cama e, lá estava ela, ou melhor metade dela. Uma deliciosa chouriça caseira, a outra metade já cantava na minha barriguinha farta. E esta metade estava a contar comê-la quando me apetece-se, mas fui descoberto.
Para a próxima tenho que arranjar um esconderijo melhor. Mas também como é que eu ia adivinhar que era preciso levantar almofadas para dormir. Esta gente é mesmo estranha.
Estranho mesmo é que quando ele chegou a casa eu não tinha água na minha taça e bebi tudo de seguida assim que ele a encheu.
Quando a dona chegou a casa, o dono contou-lhe. Ela achou muito estranho, mas sem provas não há evidências.
Enquanto a dona cozinhava também não pedi comida como é habitual, o jantar mal lhe toquei e só me apetecia era estar esticado no chão que nem um pachá. Mas mesmo assim permaneci com a minha cara de santo o resto da noite.
Ao deitar fui descoberto!!!! A dona levantou uma almofada da cama e, lá estava ela, ou melhor metade dela. Uma deliciosa chouriça caseira, a outra metade já cantava na minha barriguinha farta. E esta metade estava a contar comê-la quando me apetece-se, mas fui descoberto.
Para a próxima tenho que arranjar um esconderijo melhor. Mas também como é que eu ia adivinhar que era preciso levantar almofadas para dormir. Esta gente é mesmo estranha.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Prendinhas
Ontem foi noite de Sinterklaas.
Mas nós já o tínhamos celebrado no domingo em família. E a ver pela quantidade de prendas vejam só que se portou muito bem este ano.
Mas nós já o tínhamos celebrado no domingo em família. E a ver pela quantidade de prendas vejam só que se portou muito bem este ano.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Tentar não custa
Já há muito que não deixava aqui umas palavrinhas e hoje é o dia. Ontem à noite os meus donos apanharam-me nesta bela figura. Eu não como com eles à mesa, não é que não queira, mas ainda não estou autorizado a isso. Falta pouco e tentar não custa. Eu acho que eles até acharam piada.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Yofi...de férias também
Enquanto os meus donos foram de férias não sei para onde. Eu fui de
férias para a casa de um amiguinho, o Jacky e passeio os meus dias
nisto:
Adorei, era brincadeira de manhã à noite. Mas tive muitas saudades dos meus donos. Quando os vi fiquei louco de alegria!!!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O Diário do Yofi - 7
Brinquei imenso na neve, tentei come-la, cheirá-la, apanhar bolas...
Entusiasmei-me, armei-me em esperto e quis assustar os patos no lago, mas caí na água gelada, para pânico dos meus donos. Consegui sair logo e continuei a brincadeira como se nada fosse.
Entusiasmei-me, armei-me em esperto e quis assustar os patos no lago, mas caí na água gelada, para pânico dos meus donos. Consegui sair logo e continuei a brincadeira como se nada fosse.
A cheirar e a tentar comer
A apanhar bolas
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Patinagem canina
O lago congelou!
E hoje foi dia de experimentar patinagem.
Adorei e fiz as delícias dos meus donos!!!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Vida de cão
Quem diz que vida de cão é fácil!!?
Gosto de dormir junto ao aquecimento.
Gosto de dormir no sofá e a minha dona teima em tapar-me.
Gosto de estar atento ao que se passa lá fora (assim consigo ver quando os meus donos saem ou chegam a casa).
Já agora este que está aqui ao meu lado é o coelho, o meu brinquedo favorito. Foi-me dado quando era bebé e temos passado bons momentos juntos. Apesar de já não ter orelhas e lhe ter sido amputada uma perna e a outra ir pelo mesmo caminho continua a ser o meu grande amigo (agora está outra vez no hospital porque insisti em tirar-lhe os intestinos).
Já em Faro tinha este hábito de me pôr à janela.
Gosto mesmo de ver o que se passa lá fora!
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