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quarta-feira, 3 de junho de 2015

No Luxemburgo fomos felizes

Fomos celebrar a chegada dos meus 37 ao Luxemburgo.
Um fim de semana em plena harmonia com a natureza. Muito ar puro. Muita tranquilidade. E paz. 
Acampamos, pela primeira vez, em família. E foi tão bom.
Em plena região de Ardennes. Este mundo é tão bonito.
Eu já tinha estado há 15 anos atrás no Luxemburgo e lembro-me de ter gostado.
Desta vez não só gostei como amei.
É de uma tranquilidade dificil de explicar. Para onde quer que olhemos tudo é zen. Tudo está no lugar certo e na exacta medida.
Voltar. Queremos. Muitas vezes.

 Já à noitinha. A menina dorme e os papás jantam
(a tenda foi montada com a ajuda do vizinho do lado, caso contrário ainda lá estariamos a tentar montar a mesma)

 Bom dia alegria. 
(Depois de uma noite com muuuito frio acordamos todos muito bem dispostos)

 Um passeiosinho pela vila 
A menina da fotografia fez 37. Sim é verdade. Até a mim me custa acreditar.


Lindo! ou não?!

 idem aspas aspas
 Completamente rendida
 Obviamente que fomos dar com um café de portugueses. Não havia pastel de nada mas havia bifanas e café Delta



 O nosso hotel de 5* com aquecimento central e tudo
(bem o nosso vizinho gostou tanto de nós que até nos emprestou um aquecedor.
 Dormimos que foi um regalo)

As meninas dormiram até tarde e os homens desfrotavam do café, da paisagem e dos sons da natureza

 Bom dia vida da minha vida 


 Into the wild




 Mimo foi a palavra de ordem



 
 (um dia também vamos ter o nosso castelo)
 Sonhar. Para fazer acontecer!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

E a Turquia?

Pois então foi mais ou menos assim?!
Eu ameacei-o com o divórcio.
Ele acenou-me com uma viagem a Turquia.
Sou uma vendida!
Esqueci o divorcio e embarcamos  para a Turquia.
Uma palavra: ADOREI!!!

A idéia era descansar. Descansamos? Não.
Somos gentinha que não consegue desfrutar de ‘papo para o ar’ um resort maravilhoso à beira-mar, quando há toda uma Turquia para explorar. E que país cheio de encantos. Não conhecia e apetece-me, agora, conhecer tudo.
As pessoas são de uma simpatia e espontaneidade incríveis. A Lia foi, toda a viagem, o centro de todas as atenções. 
Houve um dia até que nos afastamos consideravelmente do hotel (sendo que as estradas ainda não são as melhores, qualquer distância demora muito tempo). Estávamos quase no topo de uma montanha, onde o ar já era fresquinho (para terem uma ideia, da praia do nosso hotel avistava-se uma montanha com neve) tivemos que parar no meio do nada, numa pequenina estação de serviço porque a Lia já dava sinais de fome). Ainda que estivesse fresquinho, não estava frio para nós. O Senhor da estação quando nos viu chegar abriu muito os olhos, olhou para a Lia e pediu-me para entrar depressa. Eu pedi-lhe um copo com água quente para aquecer a sopa da Lia e ele respondeu-me “para o bebê tudo”. Cá para mim, ele estava em choque com estes pais que andavam com um bebê ao frio quase sem roupa.
Mais! Levou-nos para o escritório dele, o sítio mais acolhedor, e queria porque queria ligar o ar condicionado (não estava de todo frio, para nós).
Antalya, apesar de ser muito turístico por causa das praias (tipo Algarve) tem imenso para ver, tanto a cidade, que eu adorei como a zona circundante, que é bastante histórica, pintalgada por ruínas por toda a parte.
Nós alugamos carro por dois dias para nos dar mais mobilidade e nos restantes dias andamos de autocarro, que também funciona muito bem. O único se não foram as paragens do autocarro, que normalmente só estão num lado da estrada, o que nós não sabíamos. Então no primeiro dia, como estávamos no lado oposto da paragem, andamos imenso, sem encontrar nenhuma, até que descobrimos a lógica quando o autocarro parou mesmo em par da que estava no lado oposto. Enfim relatos à turista.
Em relação ao hotel, destaco a simpatia dos funcionários. Extremamente profissionais e sempre, mas sempre, prontos a ajudar. As facilidades no nosso hotel eram muito, muito boas. A comida, um pecado, eu vim de lá desgraçada.
Contudo aqui abro um parêntese. É a segunda vez que vou num regime ‘tudo incluído’, ou seja, muita comida, muita bebida e está tudo pago. Eu compreendo que às vezes é difícil contermo-nos quando há tanta coisa boa à nossa frente e apetece provar tudo e se vamos com fome aí pensamos que temos barriga para tudo.
Eu e o Gerben amamos comer mas também temos muito respeito pela comida. Com isto quer dizer que não enchemos o prato e a mesa com coisas que não vamos comer. Preferimos ir várias vezes ao Buffet, se assim o entendermos. Refiro isto porque a todas as refeições me deparava com um desperdício de comida estrondoso. Entristece-me bastante esta falta de tacto do ser humano, que infelizmente acontece um pouco por toda a parte.
Tirando esta ressalva. Foi tudo um espetáculo e as fotos falarão por si.