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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Dotes culinários

Bolo de maçã com nozes e passas.

 (receita lá mais para baixo)

É o segundo que faço em quatro dias. Os bolos cá em casa não se fazem velhos.
Antes da Lia nascer fazia praticamente todas as semanas um bolo, quase sempre diferente. Depois com toda a logistica que um bebé precisa foi preciso organizar me muito bem para poder voltar aos tachos, panelas e formas.
Eu gosto de cozinhar. Gosto de fazer sobremas, bolos. Gosto de inventar e inovar.
O Gerben acha que devia abrir um negócio de comida ou dar workshops de cozinha, a última com que saltou foi que eu devia participar num desses Master Chef. Não compreende que eu só gosto de cozinhar para a minha família e, às vezes, para amigos. E é só. Todo o resto não me interessa. Até porque os meus conhecimentos de cozinha e pastelaria são muito básicos e caseiros.
Desde pequenina que me lembro de gostar de programas de cozinha, assisti tantas vezes aos do Manuel Luis Goucha  e da Filipa Vacondeus. Quando cozinhava gostava de fazer como eles, arrumar a bancada de trabalho com os ingredientes todos separadinho em tacinhase e até fazia de conta que era a apresentadora.
Houve uma altura que tinha por hábito ir aos fins de semana fazer bolos para a casa da minha avó paterna. Lembro-me tão bem das tardes passadas com ela.
Também coleccionava livros de receitas e gostava de guardar a página das receitas das revistas. Até tinha um dossier com separadores e tudo: entradas, sopas, pratos, saladas, sobremesas. Muitas vezes me servi dele. Agora vou a internet.   
Na casa dos meus pais pouco ou nada cozinhava. Essa era e é uma tarefa exclusiva da minha mãe. Quando comecei a viver sozinha fui aprendendo aos poucos, arriscando devagarinho (não gosto de brincar com comida, então tento sempre jogar pelo seguro).

Hoje passei a manhã na cozinha entre tachos e panelas.
Tenho o homem, doent, em casae. Enquanto ele entretia a pequena eu inventava.
Com uma beringela, courgete, abóbora,alho francês e cenoura faz se a sopa da pequena, que ainda levou com umas lascas da pescada que cozi para o nosso almoço. Adoro cozinhar para ela e amo vê la comer. O Gerben acha fantástico que eu cozinhe todos os dias para ela, diz que o hábito cá é dar os potinhos de sopa à venda no supermercado. Cada um faz o que quer, eu gosto de comida "fresca" e quero que a minha filha também goste. Cozi lhe também uma pera e maça para o lanche.
O Yofi teve direito a arroz com frango. Este cão foi criado a "lentriscas" por isso ração não é com ele. Houve uma altura que lhe dava a comida húmida à venda nos supermercados, mas caí em mim e agora cozinho também para ele. Deem-lhe todos os dias arroz com frango ou frango com arroz que ele chama-le um figo.
Resumindo passei meio dia a cozinhar para delicia das gentes cá de casa.
Nós entretantos a menina - eu - foi para escola e recebe uma mensagem com esta foto.

 Aprovado por toda a minha gente.

Não sigo receitas à risca, faço sempre algo diferente, bem como nunca faço uma receita duas vezes da mesma maneira, pelo que desta vez o bolinho lá de cima levou os seguintes ingredientes:
- 3 maças (eram pequenas)
- 2 chávenas de açucar
- 2 chávenas de farinha
- 1 colher  (chá) de fermento para bolos
- 4 ovos
- 1/2 chávena de óleo
- 2 colheres (sopa) de iogurte natural (calhou, foi o que sobrou de ontem do lanche da Lia)
- nozes, canela e passas q.b.

A preparação acho que toda a gente sabe como se faz. Eu separo sempre as gemas das claras (que gosto de bater até ficarem bem firmes). 
Depois é só levar ao forno e saborear, com um chazinho ou cafézinho sabe que nem ginjas. 

P.S. Ainda me estou a habituar ao pc novo com o maravilhoso teclado à holandesa, por isso acentos, cedilhas, corretor automático é ainda um ai Jesus, como tal desculpem qualquer coisinha.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Mistela de legumes a la Salsinha

Muita gente me pergunta como faço as minhas sopas. Também há quem diga que não as sabe fazer. Sobretudo os holandeses que cá vêm a casa comer . Ora, sendo eles fãs das comidas rápidas e pré preparadas é ver as prateleiras dos supermercados com as mais variadas sopas, sendo a de tomate e a erwtensoep as rainhas. Eu não sou fã da de tomate, mas adoro a erwtensoep, no inverno sabe mesmo bem porque é bem consistente. O Gerben fá-la como ninguém. 

Eu adoro sopa, no inverno faço grandes paneladas que vão dando para a semana. Servindo como entrada à refeição principal, ou sendo a própria refeição principal juntamente com petiscos. 

É daquelas coisas que toda a gente deveria saber fazer. Não há segredo. É cortar legumes e pó-los ao lume com água. Quantidades, é a olho. 
Muitas vezes faço sopa para aproveitar os restos dos legumes que sobraram de outras refeições  e que andam a chatear no frigorifico. Jogar comida fora, só se estiver estragada.
Só para vos dar uma ideia, acabei mesmo agora de fazer uma. 
- 4 cogumelos que andavam perdidos no frigorifico
- 2 cenouras já meio murchas 
-1 courgette, que faz parte dos ingredientes obrigatórios cá de casa,
- 1/2 cebola que sobrou da salada de ontem à noite
- ¼ de abóbora, sobras do puré da Lia
- 1 batata só porque sim
- uma pitada de sal
- um caldo de legumes
Vai ao lume com água a tapar quase todos os legumes. Eu deito água já fervendo e prefiro não deitar muita porque não gosto das sopas muito líquidas.
Depois de tudo cozidinho é passar com a varinha mágica, se estiver muito grossa pode juntar-se um nadinha de água e acrescentar um fio de azeite. 

Et voilá sopa a la Salsinha.
 
Nota: Às vezes junto um nadinha de cominhos porque dá um sabor diferente e exótico às sopas. Quem diz cominhos, diz outra especiaria que goste. A mim dá-me para os cominhos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Paparoca

Eu gosto de cozinhar e gosto MUITO de comer!
Quando vim para a Holanda andei uns tempos às aranhas para encontrar os ingredientes certos. Passa horas no supermercado a tentar ler a informação dos produtos não fosse comprar açucar em vez de farinha (não estou a exagerar). Uma vez perguntei a um senhor se o que tinha na mão era um pepino. Era. Mas eles aqui são diferentes.
Ora digam lá se não são:

 pepino português, ou, pelo menos, da minha santa terrinha


  pepino holandês, até os pepinos aqui são maiores

Pepinos à parte, uma vez orientada nas compras comecei a dar largas à minha imaginação na cozinha, que faz as delicias do meu homem. 
E uma das "vantagens" de viver longe de Portugal é que se quero comer alguma coisa que não há cá tenho que aprender a fazer e foi o que fiz hoje. 
Há já algum tempo que me anda a apetecer umas empadinhas de galinha e hoje foi o dia de pôr mãos à obra.
O aspeto parece-be bom amanhã vamos ver como sabem. Depois conto. 
A receita foi uma mistura entre a minha imaginação e algumas dicas na net. 


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pão de queijo

Uma das muitas coisas boas de se viver num país estrangeiro e numa cidade como Amesterdão, que é recheada de pessoas das mais diversas nacionalidades é a partilha da cultura, nomeadamente a gastronômica.
Na nossa casa já se comia muito à base da comida indonésia, tailandesa e Suriname, que são o forte do senhor meu marido. Aos meus petiscos portugueses vou juntando as coisinhas que tenho aprendido por cá com colegas. Da Grécia a moussaka, da Itália a polenta, do Brasil são muitas as que já aprendi mas hoje vou partilhar aqui o tão apetitoso pão de queijo, que eu babo e entra quase sempre nas minhas receitas com ou sem convidados cá em casa.
Hoje tive cá duas amigas a jantar e por isso foi dia de partilhar esta maravilha.
Fácil que até aborrece.
(esta imagem não é minha - mas podia ser pois os meus ficaram tal e qual, não chegaram foi a sair do tabuleiro porque enquanto cozinhava o resto convidadas e anfitriões acabaram com eles assim que saíram do forno)

500g de farinha de tapioca - é tipo um pó branco (eu compro em lojas do Suriname) 
1 copo de água
1 copo de leite (podem colocar-se dois de leite, em vez do de água)
1/2 copo de óleo
+/- 100g de queijo ralado (qualquer um, quanto mais forte for o queijo, mais o pão sabe ao mesmo)
1 ou 2 ovos

**************

Leva-se a água, o leite e o óleo ao lume para levantar fervura. Depois num recipiente onde já está o polvilho vai-se misturando aos poucos este liquido e mexe-se com uma colher de pau. quando a masse esfriar um pouco amassa-se com as mãos e junta-se o queijo e um ovo. Amassa-se muito bem, até o queijo e o ovo estarem bem envolvidos na massa. Se a massa estiver muito seca coloca-se o outro ovo. Mas só se estiver muito seca (tipo ainda com farinha solta) caso contrario não é necessário. O objectivo é que a massa fique bem soltinha e não pegajosa e se molde bem. O segredo é amassar bem.
Depois é só moldar pequenas bolas (não cresce muito) e colocar num tabuleiro para ir ao forno pré- aquecido a 220ºc por cerca de 30 minutos. 
A massa dá para várias vezes. O que sobra coloca-se no frigorifico e vai-se fazendo faseadamente. 
A-MO!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate

Acabadinho de sair do forno.
Nem o deixamos esfriar. Perfeito para um dia como o de hoje. Chuva, vento e frio, muito frio. Combinação perfeita para estar em casa no quentinho com os meus homens.
Este bolo quentinho com um chá..hummmm, a vida tem destas coisas boas.

Fácil!!

3 ovos
4 cenouras médias
2 chávena de açúcar 
3 chávenas de farinha (eu uso já com fermento)
1 chávena de óleo

********

Para a calda:
1/2 tablete de chocolate negro (partido aos quadradinhos)
+/- 1 chávena de leite
+/- 100g de manteiga de culinária
2 colheres de sopa de açucar em pó
(eu digo mais ou menos porque é melhor ir fazendo a olho) 

Descasca-se as cenouras e partem-se aos cubinhos, vai a bater na liquidificadora juntamente com os ovos inteiros e o óleo. Quando já estiverem moídas as cenouras junta-se o açúcar e deixa-se moer por mais uns 3 minutos. O suficiente para as cenouras estarem moídas e o liquido homogêneo. 
Depois numa recipiente que já têm a farinha, vai-se juntando este liquido aos pouquinhos. 
Batem-se bem e coloca-se numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha. 
Vai ao forno pré-aquecido a 180ºc cerca de meia hora. 

*********

Nos entretantos colocam-se todos os ingredientes da calda numa vasilha em lume brando e deixa-se que o chocolate e a manteiga derretam. Vai-se mexendo de vez em quando para ligar os ingredientes. Quando a calda começar a ficar cremosa e espessa está pronto. Convém não deixar ficar muito tempo ao lume se não o chocolate ganha um sabor muito amargo. 

********

Com o bolinho já cozido, desenforma-se e coloca-se a calda por cima. 
A minha dica: Antes de deitar a calda de chocolate gosto de picar o bolo com algo grosso. Um pauzinho de espetadas, por exemplo. Quanto mais buraquinhos melhor. Porque assim o chocolate escorre para dentro do bolo. 
(Dá para ver na primeira imagem os buraquinhos)
DE-LI-CI-O-SO

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Menu para esta noite

Esta noite tenho cá uma amiga minha que vêm passar a noite connosco. Ela é francesa, vive atualmente em Bruxelas e conhecia-a porque fizemos juntas parte do curso de holandês.
Gosto sempre de mimar os meus convidados com comidinha saborosa, mas hoje como não estou muito inspirada nem com vontade de passar metade da tarde na cozinha, fico-me por coisas simples mas boas. 
Então para entrada temos:
- Queijo Brie no forno com mel e nozes. 
Sabe sempre bem, é muito simples de fazer e dá um ar sofisticado à coisa.
Prato principal:
- Jardineira de vaca.
Também é simples e sabe sempre bem comida de panela. 
Sobremesa:
- Peras bêbedas. 
Eu gosto muito e acho que ela também vai gostar. Isto para fugir um pouco ao tipo doce de bolachas e leite condensado que faço sempre. 
Mas confesso que também me deu uma preguiça descomunal de ir ao supermercado e então aproveitei que tinha peras cá em casa. 
A receita está aqui
e está tudo dito. 

sábado, 9 de novembro de 2013

Depois de algumas tentativas falhadas acho que descobrimos o restaurante em Amesterdão que nos enche as medidas. Encalhamos nele, por acaso e à pressa, há cerca de dois meses, aquando da sessão de fotografias que fizemos a três.
Ficamos muito bem impressionados, tanto que para celebrarmos o nosso terceiro aniversário fomos lá.
De novo o mesmo atendimento 5*, a comida deliciosa, tipo caseirinha, o ambiente pequeno, tranquilo, acolhedor, os preços... ao jeito que nós gostamos.
Recomendo/amos este pequeno segredo.




terça-feira, 27 de novembro de 2012

Pão com azeite

O homem está doentinho e ficou em casa a trabalhar. Eu estou de folga e o cão também. Até podia estar a chover que ainda sabia melhor estarmos os três em casa (até parece que estou parva)!!
Isto tudo para dizer que comi uma coisa ao pequeno almoço que adoro, que é fácil de fazer, é saudável e traz-me memórias tão boas. As memórias de infância quando comia isto à lareira, com pãozinho torrado nas brasas e azeite por cima...Uhhhh, uma delícia.
Só uma observação o azeite que uso cá em casa é português, feito com as azeitonas da minha terra num alagar ainda muito artesanal. Por isso é maravilhoso. Isto porque quando vim de carro para cá trouxe uns 15 litros (não estou a brincar).
Bom apetite: Pão torrado com azeite.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sabores de Portugal

Há um porrada de tempo que me andava a apetecer isto.
Que saia, então, três doses de ervilhas com ovos.
Uma delícia, aprovada também pelos homens cá de casa.
Mais uns pontinhos a contar a favor da gastronomia portuguesa. 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Almoço à portuguesa

Hoje foi dia de recebermos amigos (holandeses) ao almoço. Ele, claro, a pensar à holandesa disse-me para não me preocupar em fazer uma grande refeição, "já sabes que aqui ficamos muitos satisfeitos com pão com queijo e queijo com pão". 
Hum, hum, ok, liguei mesmo ao que ele me disse. Mas para não exagerar até preparei uma refeição, a que nos chamaríamos soft, mas bem portuguesa.
- Caldo verde (feito com couves que trouxe de Portugal, da horta da minha mamy)
- Pataniscas de bacalhau (feito com bacalhau que trouxe de Portugal)
(Sim, é verdade trouxe a mala cheia de comida da última vez que fui a Portugal, chamem-me louca, mas só nós emigrantes é que nos compreendemos, até um pão caseiro alentejano trouxe)
- E uma deliciosa sobremesa que não têm nome mas fica a receita e a foto, porque é deliciosa e fácil de fazer que até chateia. 
Com isto fechei o almoço com chave de ouro e cresci mais uns pontinhos na consideração dos amigos do meu homem. 
No que depender de mim e da promoção que faço do meu país, juro que vai haver dentro em breve uma enchente ainda maior de holandeses em Portugal. 
Então cá vai a receita do doce sem nome: 
Fazer um pudim de qualquer sabor: chocolate, caramelo, baunilha....este era flan.
Quando pronto deitá-lo num recipeciente, aí desculpem recipiente e deixar arrefecer. 
Quando o mesmo já estiver sólido, colocar por cima 2 ou 3 camadas de bolacha torrada embebidas em café frio. 
Juntar 2 pacotes de natas batidas em castelo (adicionar açúcar às natas, a gosto).
Por fim decorar com bolacha desfeita. 

Et voilá!




Heerlijk à holandesa, delicioso à portuguesa!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sabores – 2

Gosto muito de cozinhar, fazer doces e bolos. Por isso decidi partilhar aqui também alguns dos meus dotes. Espero dar-vos ideias deliciosas para as vossas refeições.
Não invento nada, normalmente sigo receitas, mas confesso que acabo sempre por mudar alguma coisa à minha maneira.
Quando digo que gosto de cozinhar, não gosto de o fazer por obrigação, pois acho que a cozinha é também uma arte e como tal temos que nos sentir inspirados para criar. Um dos ingredientes que coloco em todos os meus pratos é paixão, paixão por aquilo que estou a fazer e tenho-me dado muito bem com este detalhe.
Ontem à noite o jantar foi bem português: bacalhau com natas, regado com um vinhozinho tinto.
Receita: Faço tudo a olho, por isso não digo quantidades exactas. O que fiz deu para três refeições à vontade. Cozer três postas de bacalhau (ahh encontrar aqui bacalhau é um pincel, da próxima vez que for a Portugal, trago a mala cheia). Depois de cozido escorrer a água, tirar a pele, as espinhas e desfiar.
Fazer um refogado com azeite, cebola e alho picados. Quando a cebola começar a amolecer juntar umas duas cenouras raladas. Deixa-se cozer um pouco e uns minutos depois junta-se o bacalhau à festa, mexe-se bem e continuamente para não pegar. Se estiver muito seco pode-se juntar um pouco mais de azeite (não muito). Temperar com sal e pimenta (atenção que se o bacalhau tiver gosto a sal é preferível não juntar mais) .Por ultimo junta-se batata frita palha, (dos pacotes). Envolve-se tudo e deixa-se cozer um pouco para a batata amolecer, junta-se depois meio pacote de natas e coze mais uns minutinhos.
Num pire-se (untado com azeite, para não pegar) coloca-se o preparado (eu juntei um pouco de tomilho porque adoro e entra em quase todos os meus pratos) e rega-se com mais um pacote de natas. Vai ao forno uns 15 minutos só para gratinar.
Acompanhem com uma saladinha.
É rápido, é fácil e DELICIOSO!!! 
Goede Eetlust!!
 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sabores - 1

Namoro a um ano com um holandês e moro há quase um mês com esse mesmo holandês na Holanda. Apesar das muitas reuniões, jantares e convívios familiares nunca ninguém me quis submeter às iguarias holandesas. Ontem, depois de muitos pedidos, as minhas preces foram finalmente ouvidas. O meu homem cozinhou especialmente para nós um prato tipicamente holandês, de seu nome Boerenkool met Rookworst!!!



Ora então o que é isto? Perguntam vocês, eu respondo:
É uma espécie de puré de batata com legumes, que eu acho que é couve, acompanhado de uma bela salsicha fumada e bacon....e pronto é isto. Sé é bom??? Eu diria que se come, podia ser pior. O Yofi diria que é óptimo, pois ele quis repetir, a mim cheira-me que a culpa foi da salsicha.