O som...
do Yofi a beber água,
da chuva no telhado,
das ondas,
do vinho a sair duma garrafa acabada de abrir,
das patinhas do Yofi a andar sobre o soalho.
...
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Português e Holandês juntos numa canção
O meu homem foi descobrir este senhor português que vive aqui há mais de três décadas. É muito conhecido por estas bandas, cantado na nossa língua e em holandês a solo ou com grandes músicos holandeses. Eu apaixonei-me por esta canção. É linda!!
No próximo domingo vai atuar no Vondelpark, aqui em Amesterdão (e adivinhem que vai lá estar na primeira fila)!!
Nesta canção (em holandês) ele confidencia que ainda que vivendo na Holanda há muitos anos, não esquece o país que o viu nascer e a letra é mais ou menos assim:
Eu não vivo no lugar onde nasci,
A um estranho a viver em mim,
Eu quero sentir-me em casa em algum lugar...
No próximo domingo vai atuar no Vondelpark, aqui em Amesterdão (e adivinhem que vai lá estar na primeira fila)!!
Nesta canção (em holandês) ele confidencia que ainda que vivendo na Holanda há muitos anos, não esquece o país que o viu nascer e a letra é mais ou menos assim:
Eu não vivo no lugar onde nasci,
A um estranho a viver em mim,
Eu quero sentir-me em casa em algum lugar...
sábado, 7 de julho de 2012
O Algarve
...o problema (ou não) de nascer e crescer no Algarve é que de verão, ainda que a trabalhar, temos sempre aquela meia sensação que já estamos de férias.
Depois do trabalho, há sempre uma qualquer praia, ali mesmo ao lado, à nossa espera. E o bem que faz um mergulho ao fim da tarde, desfrutando da areia quente até o sol se pôr.
E ainda que o dia a seguir seja igualmente de trabalho há sempre a convicção que os finais de tarde são de férias.
Depois do trabalho, há sempre uma qualquer praia, ali mesmo ao lado, à nossa espera. E o bem que faz um mergulho ao fim da tarde, desfrutando da areia quente até o sol se pôr.
E ainda que o dia a seguir seja igualmente de trabalho há sempre a convicção que os finais de tarde são de férias.
- Praia de Albandeira -
- Carvoeiro -
EU AMO O ALGARVE!!
nostalgia
....e eis que quando menos espero, porque a vidinha até vai correndo bem por estas bandas, ela chega sem pedir licença atormenta e faz doer...a saudade.
Hoje falando com uma cliente portuguesa que me perguntou se já cá estava há muito tempo, entramos numa conversa agradável, onde ela me confidenciou que também cá tinha uma irmã havia já muitos anos. Que também ela veio movida pelas asas do amor, que também ela chorou e ansiou por Portugal no início e que agora passados, não sei quantos anos, diz que voltar para Portugal seria impensável, ainda que lhe falte o sol aqui.
Pergunto-me se acontecerá o mesmo comigo?? Pergunto-me se a vontade de voltar para a minha terra (daqui a uns anos) também se desvanecerá!!? Perguntas que o tempo responderá. Eu vou onde a felicidade me levar, sem dúvida. Se for para ficar que fique, se for para ir que vá, mas que a felicidade seja minha companheira de viagem.
Hoje falando com uma cliente portuguesa que me perguntou se já cá estava há muito tempo, entramos numa conversa agradável, onde ela me confidenciou que também cá tinha uma irmã havia já muitos anos. Que também ela veio movida pelas asas do amor, que também ela chorou e ansiou por Portugal no início e que agora passados, não sei quantos anos, diz que voltar para Portugal seria impensável, ainda que lhe falte o sol aqui.
Pergunto-me se acontecerá o mesmo comigo?? Pergunto-me se a vontade de voltar para a minha terra (daqui a uns anos) também se desvanecerá!!? Perguntas que o tempo responderá. Eu vou onde a felicidade me levar, sem dúvida. Se for para ficar que fique, se for para ir que vá, mas que a felicidade seja minha companheira de viagem.
domingo, 1 de julho de 2012
Dia de passeio
Ontem metemo-nos os três no carro e lá fomos explorar mais um pouco deste país, com o farnel para o piquenique.
Querem ver-me a mim e ao cão felizes é darem-nos passeio. Talvez por isso os meus primeiros meses aqui sem carro foram uma tortura. A liberdade que é ter aqui um carrinho, sair à descoberta, aproveitar os poucos raios de sol que por aqui aparecem, andar de braços dados com a felicidade, com o coração cheio porque se está apaixonada e junto de quem se ama.
A primeira paragem foi em Muiden. Uma pequena vila, a poucos quilómetros de Amesterdão, muito turística, mas um autêntico miminho. Com um castelo medieval datado de 1280. Fica rodeado de água. Desta vez não entramos por falta de tempo, mas ficou a promessa de voltarmos.
Foi um fim de tarde muito bem passado na companhia de amigos.
Obrigada Catarina e Jelle.
Querem ver-me a mim e ao cão felizes é darem-nos passeio. Talvez por isso os meus primeiros meses aqui sem carro foram uma tortura. A liberdade que é ter aqui um carrinho, sair à descoberta, aproveitar os poucos raios de sol que por aqui aparecem, andar de braços dados com a felicidade, com o coração cheio porque se está apaixonada e junto de quem se ama.
A primeira paragem foi em Muiden. Uma pequena vila, a poucos quilómetros de Amesterdão, muito turística, mas um autêntico miminho. Com um castelo medieval datado de 1280. Fica rodeado de água. Desta vez não entramos por falta de tempo, mas ficou a promessa de voltarmos.
Depois andamos às avessas com o GPS que só nos manda para a auto-estrada e quando demos por isso era tempo de seguir para Deventer, que era o destino final.
Obrigada Catarina e Jelle.
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