Abri esta novo separador/etiqueta no meu blogue porque o assunto me parece importante.
Estou longe de ser uma especialista na matéria e apesar de em tempos ter pensado enveredar por esta área profissional (gestão/economia/contabilidade) ainda bem que não o fiz, pois não me imagino viver no meio de números, até porque não sou grande fã dos mesmos.
De qualquer maneira, acho que até tenho algum jeito para a gestão caseira e talvez consiga dar algumas dicas úteis. Que aos meus olhos me parecem muito simples e obvias, mas não é bem assim, pelo que me conta a minha experiência.
A seu tempo, vou então deixando aqui algumas palavras.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Anônimos
Acabei mesmo agora de
vir de uma espécie de grupo de ajuda para pessoas que querem partilhar os seus
problemas e o que lhes vai na alma.
Depois de um dia esgotante de trabalho que me sugou
todas as energias (que por esta altura já não são muitas) de uma dor de cabeça
daquelas, lá fui eu. E sói fui porque sou moça para cumprir todos os meus
compromissos...e ainda bem que fui.
Obviamente que não fui lá partilhar os meus
problemas, não que os não tenha, mas comparados com os que ouvi, resumi-me à
minha insignificância. Senti-me pequenina por me queixar de alguma coisa na
minha vida. Por esta altura os meus problemas têm quase sempre apenas um tema:
o tempo, ou melhor o mau tempo que por aqui faz, as saudades e afins.
Fui a convite da minha
coordenadora de voluntariado, pois como educadora social e neste momento
voluntária é bom estar em contato com estas histórias e numa próxima vez posso
acompanhar o meu “maatje” (a pessoas que voluntario) nestes encontros.
Foi super
interessante, histórias de vida exageradamente pesadas, que passam quase sempre
por viver na rua um par de anos. Vai sendo recorrente neste país. Eu não vejo
quase sem-abrigos aqui, mas que os há, há e muitos.
A história de uma
mulher, relativamente nova que viveu em "transe", aliás desistiu de viver após a
morte inesperada do marido.
Ouvir estas histórias na primeira pessoa é duro. Não são filmes ou histórias que alguém nos conta, são os próprios, com as emoções e a linguagem corporal de quem está a passar, passou e/ou ultrapassou um momento (ou parte da vida) numa situação traumatizante.
Ouvir estas histórias na primeira pessoa é duro. Não são filmes ou histórias que alguém nos conta, são os próprios, com as emoções e a linguagem corporal de quem está a passar, passou e/ou ultrapassou um momento (ou parte da vida) numa situação traumatizante.
Infelizmente o meu nível
de holandês ainda não me permite perceber tudo.
Mas talvez uma das frases marcantes da noite
foi a de uma senhora ao referir que viveu um par de anos na rua e que nunca se
sentiu tão sozinha e “desprotegida” como atualmente que vive numa casa. É contraditório, mas compreensível. Depois de
um longo período na rua é necessário reaprender a ter um quotidiano “normal”
seja lá o que isso for.
...
Enquanto lá estava dei por mim a divagar sobre a minha experiência profissional enquanto educadora de adultos, das histórias, da partilha, das emoções, das lágrimas, do carinho, da empatia, dos sorrisos...porque de tudo isto se constrói a palavra social...e é de tudo isto que eu sou feita.
terça-feira, 5 de março de 2013
Nervosa de mim
Não há nada como um dia após o outro. É frase feita, mas é verdade.
Há dias que parece que carregamos o mundo às costas, tudo corre mal, nada faz sentido, até o mais pequeno dos detalhes não está no lugar certo.
E de repente, no outro dia, acorda-se de manhã e tudo se compõe, tudo segue o seu curso, tudo flui...assim simplesmente.
Prometo muito a mim mesma que da próxima vez não me vou preocupar tanto, não vou fazer mil filmes na minha cabeça e sofrer por antecipação, tudo acaba por se resolver. Mas vou eu lá pensar assim no momento da aflição, no momento é que apanho o "murro no estômago". Ainda não aprendi. Gostava que a experiência de vida me ensinasse, mas não sou assim tão boa aluna.
Este nervoso miudinho que faz parte de mim tira-me anos de vida. O que me vai valendo é que lá bem no fundo sou uma otimista e vou conseguindo gerir estas emoções. Mas o que eu queria mesmo, mesmo era aprender a controlá-las, pois elas, às vezes, tomam conta de mim.
Tudo acaba sempre por se resolver, é a verdade. E tudo o que não nos faz sentido e parece uma tragédia, acaba sempre por ter um porquê.
Enfim, tonta que eu sou!!!
Há dias que parece que carregamos o mundo às costas, tudo corre mal, nada faz sentido, até o mais pequeno dos detalhes não está no lugar certo.
E de repente, no outro dia, acorda-se de manhã e tudo se compõe, tudo segue o seu curso, tudo flui...assim simplesmente.
Prometo muito a mim mesma que da próxima vez não me vou preocupar tanto, não vou fazer mil filmes na minha cabeça e sofrer por antecipação, tudo acaba por se resolver. Mas vou eu lá pensar assim no momento da aflição, no momento é que apanho o "murro no estômago". Ainda não aprendi. Gostava que a experiência de vida me ensinasse, mas não sou assim tão boa aluna.
Este nervoso miudinho que faz parte de mim tira-me anos de vida. O que me vai valendo é que lá bem no fundo sou uma otimista e vou conseguindo gerir estas emoções. Mas o que eu queria mesmo, mesmo era aprender a controlá-las, pois elas, às vezes, tomam conta de mim.
Tudo acaba sempre por se resolver, é a verdade. E tudo o que não nos faz sentido e parece uma tragédia, acaba sempre por ter um porquê.
Enfim, tonta que eu sou!!!
sexta-feira, 1 de março de 2013
Surpresa agradável
Não sabia ao que ia, suspeitava.
As instruções só diziam para levar roupão, chinelos e biquíni. Bem, que metia água isso era obvio, piscina, sauna, talvez jacuzzi (sou fã)???
E foi aqui que passei a minha tarde.
Adoro ambientes SPA, entra-se num mundo à parte e esquece-se do resto. Ser recebida com tempo, atenção, a aromoterapia no ar, a música relaxante, o chá quentinho, entregar-me nas mãos de profissionais. Hummm, gosto mesmo.
Que não gosta de ser cuidada e mimada.
Fiquei cliente e recomendo.
As instruções só diziam para levar roupão, chinelos e biquíni. Bem, que metia água isso era obvio, piscina, sauna, talvez jacuzzi (sou fã)???
E foi aqui que passei a minha tarde.
Adoro ambientes SPA, entra-se num mundo à parte e esquece-se do resto. Ser recebida com tempo, atenção, a aromoterapia no ar, a música relaxante, o chá quentinho, entregar-me nas mãos de profissionais. Hummm, gosto mesmo.
Que não gosta de ser cuidada e mimada.
Fiquei cliente e recomendo.
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