...eu, ele e o cão, os três. Porque foi a três desde o primeiro segundo. E so assim faz sentido. Um mês, a ansiedade e o nervoso miudinho ja teimam a fazer parte da rotina
Ainda assim ainda me parece que estou a organizar o casamento duma amiga. Que não é o meu. Uma coisa temos certeza. Não planeamos o casamemto perfeito, onde tudo tem que estar no sitio, memorizado ou cronometrado, queremos apenas celebrar o amor, partilhando um momento unico com quem nos quer bem.
E festa....muita festa o que desejamos.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Ser cão é ser mais alto...
E eu também por isto que os amo desmedidamente.
E é também por isto que os admiro, que os protejo, que sofro, que lhes quero tanto.
Porque só eles sabem amar desta forma descomprometida.
Estão lá, estão sempre lá, festejando as vitórias e lambendo-nos as lágrimas nas derrotas.
Meu Deus este amor, que é tão grande...este amor que um dia me vai matar.
E é também por isto que os admiro, que os protejo, que sofro, que lhes quero tanto.
Porque só eles sabem amar desta forma descomprometida.
Estão lá, estão sempre lá, festejando as vitórias e lambendo-nos as lágrimas nas derrotas.
Meu Deus este amor, que é tão grande...este amor que um dia me vai matar.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Arrumado!!
Há duas mensagens atrás (31-08) disse que ia começar a ler O Terceiro Gémeo, de Ken Follet. Hoje, dia 10 de Setembro acabei com ele. Foram 645 páginas em 10 dias. Absolutamente um recorde. Ainda que goste muito de ler, nunca tinha despachado um livro tão grosso em tão pouco tempo. Não dá mesmo para parar de ler, é viciante cada página.
Bem valeu-me também estar já há dois dias em casa, de molho, com uma gripe malina.
Bem valeu-me também estar já há dois dias em casa, de molho, com uma gripe malina.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
brinquedo novo
Um, dois..experiência...um, dois.
Depois de muitos anos a resistir, eis que me redi ao mundo dos smart phones. O meu é pequenino e fofinho e eu espero não ficar muito viciada.
Confesso que estar aqui a escrever a partir de um telemovel me é estranho, os dedinhos ainda não estão treinados.
Depois de muitos anos a resistir, eis que me redi ao mundo dos smart phones. O meu é pequenino e fofinho e eu espero não ficar muito viciada.
Confesso que estar aqui a escrever a partir de um telemovel me é estranho, os dedinhos ainda não estão treinados.
sábado, 31 de agosto de 2013
Uitmarkt.nl
Por estes dias está a decorrer o uitmarkt em Amesterdão. Este evento é uma espécie de festival cultural para promover aquilo que a cidade pode oferecer em termos culturais. Muita música, teatro, dança, cinema, comédia. Os principais eventos são na Museumplein e Leidseplein. Eu passeio hoje por lá, o ambiente é super animado mas também tranquilo. Comida, bebida, concertos de vários estilos musicais, feiura do livro. Há imenso a acontecer.
Para nós o ponto alto foi quando ouvimos a Daisy Correia - a metade portuguesa, metade holandesa - como ela se apresentou, a apresentar o seu novo disco "Este meu fado". É sempre muito emocionante ouvir alguém cantar na nossa língua, algo que é tão nosso, numa sala cheio de holandeses rendidos ao nosso fado.
Ela não é a tipica fadista, nem pode ser, nem é assim que se apresenta. O seu fado é ligeiro, misturado às vezes com um pouquinho de jazz. Muito agradável de se ouvir. Gostei da forma como o interpreta, percebe-se que canta com alma, que o percebe e que o respeita. Vi nela um jeitinho da Mariza.E não me enganei
O ponto alto da noite foi quando explicou ao público (em holandês) que não conseguia explicar do que fala o fado, nem como se sente o fado, mas que deixava ao critério de cada um senti-lo à sua maneira, pedindo ao público para fechar os olhos e em holandês cantou "chuva" de Mariza. Foi bem emocionante ver aquela gente toda de olhos fechados, a balançar ao ritmo da melodia.
Chuva é de longe uma das minhas músicas preferidas, então obviamente que as lágrimas não tardaram a aparecer, foi lindo.
Para nós o ponto alto foi quando ouvimos a Daisy Correia - a metade portuguesa, metade holandesa - como ela se apresentou, a apresentar o seu novo disco "Este meu fado". É sempre muito emocionante ouvir alguém cantar na nossa língua, algo que é tão nosso, numa sala cheio de holandeses rendidos ao nosso fado.
Ela não é a tipica fadista, nem pode ser, nem é assim que se apresenta. O seu fado é ligeiro, misturado às vezes com um pouquinho de jazz. Muito agradável de se ouvir. Gostei da forma como o interpreta, percebe-se que canta com alma, que o percebe e que o respeita. Vi nela um jeitinho da Mariza.E não me enganei
O ponto alto da noite foi quando explicou ao público (em holandês) que não conseguia explicar do que fala o fado, nem como se sente o fado, mas que deixava ao critério de cada um senti-lo à sua maneira, pedindo ao público para fechar os olhos e em holandês cantou "chuva" de Mariza. Foi bem emocionante ver aquela gente toda de olhos fechados, a balançar ao ritmo da melodia.
Chuva é de longe uma das minhas músicas preferidas, então obviamente que as lágrimas não tardaram a aparecer, foi lindo.
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