sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Lua de mel (ão oficial) - Madeira - dia 4

Quase me esquecia de concluir este post. Vamos lá arrumar com ele.
Então no dia 4 amanheceu um dia lindo, lindo. Vamos até ao Cabo Girão. A vista é fantástica e de cortar a respiração. Dizem que é o sétimo cabo mais alto da Europa. São só 580 metros de altura. Ora vejam.

 


 Aqui apaixonei-me

Depois seguimos para S. Vicente pelo interior da ilha. Não estava nos planos mas acabamos por visitar as grutas. Não achamos nada de especial. Eu não sou grande fã de grutas. 



Depois seguimos para Porto Moniz. Há 15 anos, quando lá estive pela primeira vez a única estrada que havia era a que ia junto ao mar. Agora só é possível fazê-la a pé e mesmo assim torna-se perigoso porque está parcialmente destruída. 


Era por esta estradinha 

A queda de água, véu da noiva 



Já nas piscinas naturais de Porto Moniz 






As paisagens são - sempre - deslumbrantes 


Já não me recordo do nome mas depois de Porto Moniz (talvez na Ponta do tristão) descobrimos um teleférico, que faz o trajeto a pique da falésia até à praia. Medo, muito medo. Mas lá fizemos. 




E a ilha é definitivamente como um queijo Suíço...cheia destes túneis. 


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

De mal ou de bem com ela, a vida.

Na vida temos quase sempre duas opções. Ou andar de mal com ela por tudo e nada, porque sim e porque não ou fazer as pazes com ela porque sim!
Aceitar o decorrer dos acontecimentos, ser pacientes e a seu tempo, step by step,  mudar o que está fora de sítio, mudar o que nos moi.
Depois de dois anos de Holanda e considerando que estamos em Dezembro (inverno-período difícil por aqui) revejo-me numa Ana muito mais tranquila.
Depois de um ano e quase meio complicadinho, sim porque não vale a pena pintar tudo de cor de rosa e com muitas estrelinhas no céu, que o tempo por cá costuma até ser mais cinzento que estrelado...os primeiros 18 meses por cá não foram fáceis.
Alternados entre a felicidade da mudança, do amor, do desafio e das pequenas conquistas e o desespero da incerteza, da saudade, da insatisfação....do frio!!
Mas eis que de súbito, como qual tempestade que trás o arco-íris, noto uma transformação (bem-vinda) em mim e na minha maneira de estar.
Deixei de resistir e passei a aceitar!
A tal da resiliência.
Aceitar, não numa expressão de comodismo, mas sim numa de reunir forças e uma boa dose de energia positiva para que quando for preciso e chegar o momento lutar qual guerreira destemida, que sou!
Confiante que as oportunidades surgirão quando assim eu estiver preparada para aceitar os grandes desafios que ainda estão para vir.
Boa noite!

-1

A simpatica temperatura que marcam hoje os termometros de Amsterdam.
Uma brisa gelada que nos embala enquanto vamos para o trabalho a pedalar.
Eu gosto destes dias. Gelados mas sem a chuva e o vento (que definitivamente dispenso) e   com sol. Um sol lindo que nos ilumina o corpo e a alma.
Quero que as temperaturas baixem mais e que amanheça num 24 bem branquinho e geladinho. Tenho que admitir que um Natal com neve tem outro encanto.
Vamos ver se o meu desejo é realizado.
Bom dia alegria.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pão de queijo

Uma das muitas coisas boas de se viver num país estrangeiro e numa cidade como Amesterdão, que é recheada de pessoas das mais diversas nacionalidades é a partilha da cultura, nomeadamente a gastronômica.
Na nossa casa já se comia muito à base da comida indonésia, tailandesa e Suriname, que são o forte do senhor meu marido. Aos meus petiscos portugueses vou juntando as coisinhas que tenho aprendido por cá com colegas. Da Grécia a moussaka, da Itália a polenta, do Brasil são muitas as que já aprendi mas hoje vou partilhar aqui o tão apetitoso pão de queijo, que eu babo e entra quase sempre nas minhas receitas com ou sem convidados cá em casa.
Hoje tive cá duas amigas a jantar e por isso foi dia de partilhar esta maravilha.
Fácil que até aborrece.
(esta imagem não é minha - mas podia ser pois os meus ficaram tal e qual, não chegaram foi a sair do tabuleiro porque enquanto cozinhava o resto convidadas e anfitriões acabaram com eles assim que saíram do forno)

500g de farinha de tapioca - é tipo um pó branco (eu compro em lojas do Suriname) 
1 copo de água
1 copo de leite (podem colocar-se dois de leite, em vez do de água)
1/2 copo de óleo
+/- 100g de queijo ralado (qualquer um, quanto mais forte for o queijo, mais o pão sabe ao mesmo)
1 ou 2 ovos

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Leva-se a água, o leite e o óleo ao lume para levantar fervura. Depois num recipiente onde já está o polvilho vai-se misturando aos poucos este liquido e mexe-se com uma colher de pau. quando a masse esfriar um pouco amassa-se com as mãos e junta-se o queijo e um ovo. Amassa-se muito bem, até o queijo e o ovo estarem bem envolvidos na massa. Se a massa estiver muito seca coloca-se o outro ovo. Mas só se estiver muito seca (tipo ainda com farinha solta) caso contrario não é necessário. O objectivo é que a massa fique bem soltinha e não pegajosa e se molde bem. O segredo é amassar bem.
Depois é só moldar pequenas bolas (não cresce muito) e colocar num tabuleiro para ir ao forno pré- aquecido a 220ºc por cerca de 30 minutos. 
A massa dá para várias vezes. O que sobra coloca-se no frigorifico e vai-se fazendo faseadamente. 
A-MO!

Um filme

Este.
Flight com o grande Denzel Washington. Filmes com ele são sucesso garantido e este não é exceção.
Este é mais um grande filme onde se pode ver o quão fundo o ser humano pode descer à custa de um vício. É um filme intenso que nos deixa a pensar. Vale a pena.